O Que Não Queremos Sentir

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Publiquei no Digestivo Cultural a crítica Corpo é matéria, corpo é sociedade, corpo é ideia, crítica da exposição Metrô de Superfície – Mostra I Eu escrevi:

(…) a exposição Metrô de Superfície – Mostra I reuniu 13 jovens artistas nordestinos, em um recorte sobre o corpo – desde a acepção mais simples, material mesmo, até o referencial humano, nas relações que o sujeito mantém consigo e com a sociedade. Vou me concentrar em três deles, que me atingiram de maneira particular: Marina de Botas e a mulher que se maquia com uma cega; Carlos Mêlo e arte moderna tateante e exibicionista; Rodrigo Braga, cabeça de cachorro morto grudada na cara. São esses os que mais me desestabilizaram conceitos de beleza, representação, afeto, autoconhecimento, fantasia – como se  tocassem em algum tipo de limite.

Duanne Ribeiro é jornalista, escritor e pesquisador em ciência da informação e filosofia. Em jornalismo, formou-se pela Universidade Santa Cecília (Unisanta). É mestre em Ciência da Informação — com a dissertação “A Criatividade do Excesso – Historicidade, Conceito e Produtividade da Sobrecarga de Informação” —, bacharel em Filosofia pela Universidade de São Paulo e especializado em Gestão de Projetos Culturais pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação (Celacc), ligado à USP. Publicou, pela editora Patuá, o romance As Esferas do Dragão (2019). É analista de comunicação para o Itaú Cultural e editor da revista Úrsula.
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