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As Esferas do Dragão

Este livro é uma aventura em meio aos universos simbólicos que constituem a nossa identidade — sejam eles as narrativas da literatura, da música ou da cultura pop, sejam elas as pessoas que marcam o nosso convívio. É, ao mesmo tempo, fantasia e depoimento autobiográfico: sobrepõe a história da morte do meu avô, o impacto que ela teve sobre mim, e uma epopeia em que reúno as sete esferas mágicas do desenho Dragon Ball para ressuscitá-lo. O estilo mistura os registros da vida e da invenção, do realismo “sério” e de referentes que podem até ser considerados ingênuos. Produz, além disso, vários níveis de imersão: não busca uma “transparência”, mas comunicar âmbitos diferentes a quem tenha chaves de acesso ou engajamento diferentes; isto é, constrói um daqueles universos simbólicos, com suas intensidades e lacunas.

Saiba mais na página do livro.

Foto de Markus Goller

A Criatividade do Excesso

Minha dissertação de mestrado enfocou a chamada “sobrecarga de informação” — circunstância em que os sujeitos ou os grupos que têm de lidar com determinada quantidade de conteúdo se sentem incapazes de fazê-lo, por diversos motivos. Apesar de poder ser vista como uma experiência propriamente contemporânea, há relatos do tipo desde a antiguidade. Desde lá, também, os produtores de conhecimento souberam se reinventar a cada vez que soterrados pelos saberes. Saiba mais sobre o tema e participe do livro que pretendo publicar ampliando a dissertação na página da pesquisa.