Limitações do Jornalismo de Mídia Social

Publiquei no Observatório de Imprensa uma tradução de The Problem with Tweeting a Revolution, de Jacob Silverman para a The New Republic. Com o título Os problemas em tuitar uma revolução, o texto trata das limitações das coberturas jornalísticas (?) feitas apenas através das mídias sociais. O autor escreve:

Durante os dias mais turbulentos dos protestos na praça Tahrir, Andy Carvin postou mais de mil tweets por dia. Ele se focou nisso em turnos de 18 horas, agregando e distribuindo informação de ativistas, rebeldes e jornalistas (cidadãos). Dormia apenas por necessidade biológica. Por tudo isso, Carvin, que é também estrategista sênior daNPR [National Public Radio], tem sido chamado “o homem que tuíta revoluções”. Carvin lançou recentemente um livro registrando esses dois anos em que – em que o que? Em que lutou nas trincheiras digitais? Em que produziu um Diagrama de Venn do ativismo de laptop e da agregação jornalística? A resposta não está clara porque Carvin é o exemplo mais proeminente de algo que pode mesmo nem ter um nome ainda.

Duanne Ribeiro é jornalista, escritor e pesquisador em ciência da informação e filosofia. Em jornalismo, formou-se pela Universidade Santa Cecília (Unisanta). É mestre em Ciência da Informação — com a dissertação “A Criatividade do Excesso – Historicidade, Conceito e Produtividade da Sobrecarga de Informação” —, bacharel em Filosofia pela Universidade de São Paulo e especializado em Gestão de Projetos Culturais pelo Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação (Celacc), ligado à USP. Publicou, pela editora Patuá, o romance As Esferas do Dragão (2019). É analista de comunicação para o Itaú Cultural e editor da revista Úrsula.
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