Artes & IdeiasLiteraturaSem categoria

Uma Corrente Estranha

[Almas Mortas, Nikolai Gogol, página 76, Nova Cultural, 2003] “Mas por que será que, no meio dos momentos mais leves, alegres e despreocupados, ás vezes surge por si mesma uma corrente estranha? O riso ainda nem teve tempo de se apagar do nosso semblante, e já nos transformamos em outro, entre as mesmas pessoas, e já é outra a luz que ilumina o nosso rosto…”

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *