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Publiquei no Digestivo Cultural a crítica Tiros, Pedras e Ocupação na USP, sobre o as manifestações estudantis em 2011. O texto narra em primeira pessoa o conflito da polícia em 27 de outubro daquele ano e a assembleia que se desenrolou logo depois, com imediata ocupação da Administração da FFLCH/USP. Ao mesmo tempo, discute as temáticas que estavam em jogo. Eu escrevi:

As raízes do confronto vão além da versão mais simplificada, que, se por um lado descreve o estopim da manifestação, por outro não deixa perceber os múltiplos fatores em interação no acontecimento. Essa versão simples coloca, como motivo único, a tentativa, pela polícia militar, de encaminhar ao distrito três alunos que estariam fumando maconha. (…) Daí até o conflito final, foram pelo menos três horas – tempo suficiente para a manifestação se descolar da razão inicial e agregar questões como: a presença da PM no campus é legítima? O modo de abordagem é justificável? Segurança significa apenas intensificação de ronda policial?

Meu envolvimento com os debates internos ao movimento estudantil uspiano me levaram à participação no Discurso sem Método, jornal dos estudantes de Filosofia. No periódico, há vários textos que analisam a movimentação de 2011 (ocupação, greve, derrota).

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